Em 11 aulas e mais uma de observações finais, o bioantropólogo Walter Neves conta a história da evolução do Homo sapiens. Trata-se de um longo passeio pelos hominínios que habitaram e habitam (sobramos nós!) o planeta, a partir de réplicas de crânios encontrados na África, na Europa e na Ásia, desde o século XIX. Walter criou e dirigiu o Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos do Instituto de Biociências da USP; reuniu em 30 anos de trabalho a coleção Thomas Van der Laan, com fósseis de animais, artefatos, ferramentas e crânios. ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se, curta e compartilhe!
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Quer saber mais? O bioantropólogo Walter Neves recomenda livros e exposições. E fala o que pensa sobre religião e ciência. Gravado em 2017 no Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, no Instituto de Biociências. Produção: Canal USP. Câmeras: Vitor Brandão, Isabela Yoshimura, Lucca Alves. Edição: Vitor Brandão, Rafael Simões e Mônica Teixeira. ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se! ###
Chegou a nossa vez! O centro desta aula é o Homo sapiens, um descendente dos H. heidelbergensis, há 200 mil anos. É quando surgem as perguntas sobre o sentido da vida. Gravado em 2017 no Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, no Instituto de Biociências. Produção: Canal USP. Câmeras: Vitor Brandão, Isabela Yoshimura, Lucca Alves. Edição: Vitor Brandão, Rafael Simões e Mônica Teixeira.
O primeiro fóssil de um neandertal data da metade do século XIX -- uma calota craniana foi descoberta e a espécie foi descrita. Em 1908, apareceu um crânio inteiro na França. Neandertais e humanos cruzaram -- e trocaram genes. Gravado em 2017 no Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, no Instituto de Biociências. Produção: Canal USP. Câmeras: Vitor Brandão, Isabela Yoshimura, Lucca Alves. Edição: Vitor Brandão, Rafael Simões e Mônica Teixeira. ### ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se! ###
O bioantropólogo Walter Neves apresenta, nesta aula, os primeiros cabeçudos -- os crânios do H. heidelbergensis têm quase a capacidade do crânio dos Homo sapiens. Gravado em 2017 no Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, no Instituto de Biociências. Produção: Canal USP. Câmeras: Vitor Brandão, Isabela Yoshimura, Lucca Alves. Edição: Vitor Brandão, Rafael Simões e Mônica Teixeira.
O Homo erectus foi o primeiro homíninio a deixar a África, e o primeiro bípede terrestre. Há 1,8 milhões de anos, a espécie já estava no Caucaso e dali para outras partes da Ásia. Mas por que ele não chegou 'a Europa?, pergunta o bioantrópologo Walter Neves. Gravado em 2017 no Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, no Instituto de Biociências. Produção: Canal USP. Câmeras: Vitor Brandão, Isabela Yoshimura, Lucca Alves. Edição: Vitor Brandão, Rafael Simões e Mônica Teixeira.
Nesta quinta aula, conheça o Ardipithecus ramidus, um dos nossos ancestrais, que viveu na África, há quatro milhões e meio de anos. Os arqueólogos encontraram quase um esqueleto inteiro do ramidus, o que permite saber, segundo Neves, que a espécie tinha características de bípede e de primata que vivia em árvores. Gravado em 2017 no Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, no Instituto de Biociências. Produção: Canal USP. Câmeras: Vitor Brandão, Isabela Yoshimura, Lucca Alves. Edição: Vitor Brandão, Rafael Simões e Mônica Teixeira. ### ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se! ###
Finalmente, chegamos ao gênero Homo! O bioantropólogo Walter Neves apresenta o Homo habilis, espécie com capacidade craniana maior que a dos chimpanzés. Gravado em 2017 no Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. Produção: Canal USP. Câmeras: Vitor Brandão, Isabela Yoshimura, Lucca Alves. Edição: Vitor Brandão, Rafael Simões e Mônica Teixeira. ### ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se! ###
O centro desta aula é o Australopithecus afarensis -- espécie descrita a partir da localização, na Etiópia, nos anos 1960, da famosa "Lucy". O afarensis viveu há 3,2 milhôes de anos. Gravado em 2017 no Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, no Instituto de Biociências. Produção: Canal USP. Câmeras: Vitor Brandão, Isabela Yoshimura, Lucca Alves. Edição: Vitor Brandão, Rafael Simões e Mônica Teixeira.
Nesta aula, o bioantropólogo Walter Neves mostra o crânio de um antiquíssimo homíninio -- o Sahelanthropus tchadensis, de 7 milhões de anos. O fóssil é tão antigo que poderia até ser o chamado "elo perdido" entre chimpanzés e humanos. E já era bípede! Gravado em 2017 no Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, no Instituto de Biociências. Produção: Canal USP. Câmeras: Vitor Brandão, Isabela Yoshimura, Lucca Alves. Edição: Vitor Brandão, Rafael Simões e Mônica Teixeira. ### ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se! ###
A saga evolutiva da humanidade não aconteceu linearmente e sim em mosaico -- esse é um dos mitos desmentidos nesta terceira aula do curso do bioantropólogo Walter Neves, aqui no Canal USP. Gravado em 2017 no Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, no Instituto de Biociências. Produção: Canal USP. Câmeras: Vitor Brandão, Isabela Yoshimura, Lucca Alves. Edição: Vitor Brandão, Rafael Simões e Mônica Teixeira.
