Há 20 mil anos, chovia na Amazônia metade do que chove nos dias de hoje. A constatação foi feita após cientistas brasileiros, americanos e chineses analisarem estalagmites encontradas em cavernas na floresta.
Vous aimerez aussi
How to Be a Better Human
Numberblocks & Alphablocks - Learn to read and count #readingmonth
⏰🤣 Hours of Fun | Talking Tom Shorts Compilations
Learn about Safety Tips for Kids!
Numberblocks Season 8
Go Figure
Kids Songs by CoComelon
CoComelon
KS2 Drama
Alphabet (ABC) Songs by CoComelon
Sheriff Labrador - Kids Cartoon | Safety Cartoon for Kids
CocoMelon | Little Baby Bum | Blippi - Nursery Rhymes & Kids TV Shows
Learn English With Disney Movies
Test Your English with TV Series and Movies
CoComelon #shorts
All New Akili & Me
Funny Cartoons for Kids | Sheriff Labrador
English with TV Series (Kids Appropriate)
New Compilations | Chuggington
Recent videos we think you’ll love
Sepse e imunossupressão
SS 3 Physics
SS 3 Mathematics
SS 1 Business & Finance
Commentaires
4 commentaires
[Esta reportagem é composta de 4 vídeos que podem ser vistos aqui: goo.gl/wHVGLD] Há 20 mil anos, durante o Último Período Glacial, chovia na Amazônia apenas metade do que chove hoje. Essa é a conclusão de 11 anos de trabalhos com estalagmites encontradas na caverna Paraíso, no Pará, próximo ao rio Tapajós. E a floresta? Era uma savana? O geólogo Francisco Cruz, professor do Instituto de Geociências da USP, conta como é possível medir a pluviosidade depois de tantos anos. Ele também afirma que os dados obtidos podem ser usados para melhorar os modelos de previsão do tempo para o futuro. O artigo publicado na revista Nature pode ser lido aqui: Hydroclimate changes across the Amazon lowlands over the past 45,000 years ( Reportagem: Ana Paula Chinelli e Isabella Yoshimura | edição: Ana Paula Chinelli Imagens extras: Tobias Friedrich (IPRC), Dalcio e Marilda Beregula, Cifor, Planalto e Google Maps.
[Esta reportagem é composta de 4 vídeos que podem ser vistos aqui: goo.gl/wHVGLD] Há 20 mil anos, durante o Último Período Glacial, chovia na Amazônia apenas metade do que chove hoje. Essa é a conclusão de 11 anos de trabalhos com estalagmites encontradas na caverna Paraíso, no Pará, próximo ao rio Tapajós. E a floresta? Era uma savana? O geólogo Francisco Cruz, professor do Instituto de Geociências da USP, conta como é possível medir a pluviosidade depois de tantos anos. Ele também afirma que os dados obtidos podem ser usados para melhorar os modelos de previsão do tempo para o futuro. O artigo publicado na revista Nature pode ser lido aqui: Hydroclimate changes across the Amazon lowlands over the past 45,000 years ( Reportagem: Ana Paula Chinelli e Isabella Yoshimura | edição: Ana Paula Chinelli Imagens extras: Tobias Friedrich (IPRC), Dalcio e Marilda Beregula, Cifor, Planalto e Google Maps.
[Esta reportagem é composta de 4 vídeos que podem ser vistos aqui: goo.gl/wHVGLD] Há 20 mil anos, durante o Último Período Glacial, chovia na Amazônia apenas metade do que chove hoje. Essa é a conclusão de 11 anos de trabalhos com estalagmites encontradas na caverna Paraíso, no Pará, próximo ao rio Tapajós. E a floresta? Era uma savana? O geólogo Francisco Cruz, professor do Instituto de Geociências da USP, conta como é possível medir a pluviosidade depois de tantos anos. Ele também afirma que os dados obtidos podem ser usados para melhorar os modelos de previsão do tempo para o futuro. O artigo publicado na revista Nature pode ser lido aqui: Hydroclimate changes across the Amazon lowlands over the past 45,000 years ( Reportagem: Ana Paula Chinelli e Isabella Yoshimura | edição: Ana Paula Chinelli Imagens extras: Tobias Friedrich (IPRC), Dalcio e Marilda Beregula, Cifor, Planalto e Google Maps.
[Esta reportagem é composta de 4 vídeos que podem ser vistos aqui: goo.gl/wHVGLD] Há 20 mil anos, durante o Último Período Glacial, chovia na Amazônia apenas metade do que chove hoje. Essa é a conclusão de 11 anos de trabalhos com estalagmites encontradas na caverna Paraíso, no Pará, próximo ao rio Tapajós. E a floresta? Era uma savana? O geólogo Francisco Cruz, professor do Instituto de Geociências da USP, conta como é possível medir a pluviosidade depois de tantos anos. Ele também afirma que os dados obtidos podem ser usados para melhorar os modelos de previsão do tempo para o futuro. O artigo publicado na revista Nature pode ser lido aqui: Hydroclimate changes across the Amazon lowlands over the past 45,000 years ( Reportagem: Ana Paula Chinelli e Isabella Yoshimura | edição: Ana Paula Chinelli Imagens extras: Tobias Friedrich (IPRC), Dalcio e Marilda Beregula, Cifor, Planalto e Google Maps.
