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Você perguntou e nós respondemos! Nessa semana, publicamos o resultado de uma pesquisa sobre o autismo e nossos seguidores nos procuraram com muitas dúvidas! Por isso conversamos com Patrícia Beltrão Braga, do Instituto de Ciências Biomédicas, para esclarecer: Autismo sindrômico e não-sindrômico: 0:24 Como foi feita a pesquisa: 2:09 Inflamação no cérebro: 6:48 Projeto A Fada Do Dente: 9:13 Reportagem: Tabita Said, Fabiana Mariz. Imagens: Vitor Brandão, Isabela Yoshimura. Edição: Tabita Said e Rafael Simões.
O autismo atinge uma em cada 68 crianças norte-americanas, segundo dados do Centro de Controle para Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. Em geral, instala-se nos primeiros três anos de vida e tem causas complexas, que envolve também a genética. Entender o autismo desafia os pesquisadores, e um caminho em busca de respostas é o estudo do cérebro. Foi o que fizeram Patricia Beltrão Braga e Fabiele Russo, do Instituto de Ciências Biomédicas - USP / (ICB-USP). A partir de células-tronco retiradas de dentes de leite, as cientistas produziram células cerebrais em laboratório e descobriram uma relação inédita entre neurônios de quem sofre de autismo e um outro tipo de célula muito comum: os astrócitos. O vídeo a seguir conta tudo. Neste vídeo, Patrícia Beltrão Braga explica a função do neurônio e do astrócito no cérebro. O artigo, publicado na Biological Psychiatry, é esse: Reportagem: Fabiana Mariz, Vitor Brandão Edição: Alan Petrillo, Fabiana Mariz e Tabita Said
O autismo atinge uma em cada 68 crianças norte-americanas, segundo dados do Centro de Controle para Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. Em geral, instala-se nos primeiros três anos de vida e tem causas complexas, que envolve também a genética. Entender o autismo desafia os pesquisadores, e um caminho em busca de respostas é o estudo do cérebro. Foi o que fizeram Patricia Beltrão Braga e Fabiele Russo, do Instituto de Ciências Biomédicas - USP / (ICB-USP). A partir de células-tronco retiradas de dentes de leite, as cientistas produziram células cerebrais em laboratório e descobriram uma relação inédita entre neurônios de quem sofre de autismo e um outro tipo de célula muito comum: os astrócitos. Neste vídeo, Patrícia Beltrão Braga explica como se produzem astrócitos e neurônios no laboratório. O artigo, publicado na Biological Psychiatry, é esse: Reportagem: Fabiana Mariz, Vitor Brandão Edição: Alan Petrillo, Fabiana Mariz e Tabita Said
O autismo atinge uma em cada 68 crianças norte-americanas, segundo dados do Centro de Controle para Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. Em geral, instala-se nos primeiros três anos de vida e tem causas complexas, que envolve também a genética. Entender o autismo desafia os pesquisadores, e um caminho em busca de respostas é o estudo do cérebro. Foi o que fizeram Patricia Beltrão Braga e Fabiele Russo, do Instituto de Ciências Biomédicas - USP / (ICB-USP). A partir de células-tronco retiradas de dentes de leite, as cientistas produziram células cerebrais em laboratório e descobriram uma relação inédita entre neurônios de quem sofre de autismo e um outro tipo de célula muito comum: os astrócitos. O vídeo a seguir conta tudo. O artigo, publicado na Biological Psychiatry, é esse: Neste vídeo, Patrícia Reportagem: Fabiana Mariz, Vitor Brandão Edição: Alan Petrillo, Fabiana Mariz e Tabita Said
O autismo atinge uma em cada 68 crianças norte-americanas, segundo dados do Centro de Controle para Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. Em geral, instala-se nos primeiros três anos de vida e tem causas complexas, que envolve também a genética. Entender o autismo desafia os pesquisadores, e um caminho em busca de respostas é o estudo do cérebro. Foi o que fizeram Patricia Beltrão Braga e Fabiele Russo, do Instituto de Ciências Biomédicas - USP / (ICB-USP). A partir de células-tronco retiradas de dentes de leite, as cientistas produziram células cerebrais em laboratório e descobriram uma relaçãoo inédita entre neurônios de quem sofre de autismo e um outro tipo de célula muito comum: os astrócitos. O vídeo a seguir conta tudo. O artigo, publicado na Biological Psychiatry, é esse: Reportagem: Fabiana Mariz, Vitor Brandão Edição: Alan Petrillo, Fabiana Mariz e Tabita Said
