Composto por quatro encontros, o curso, realizado por uma parceria entre Centro de Pesquisa e Formação - Sesc em São Paulo e o Núcleo de Estudos da Violência da USP, teve por objetivo debater as mudanças na cobertura policial e a função social e política de jornalistas e comunicadores, assim como as contradições entre dados e análises criminais e entre acesso a informação e garantias constitucionais individuais, nas notícias veiculadas pela imprensa. Saiba mais em:
Mungkin Anda Juga Suka
SS 3 Chemistry
BabyBus | Learning Vehicles Song | Car Songs | Cars for Kids | Nursery Rhymes | Baby Cartoon
CoComelon Dance Party - Mix
JS 3 Mathematics
English with TV Series (Kids Appropriate)
Pinkfong! 👻NEW👻 Halloween Songs & Stories (Zombie Sharks, Monsters, Vampires)
Year5 Music
African
Learn English With Disney Movies
Test Your English with TV Series and Movies
Go Figure
Kids Songs by CoComelon
CoComelon
Alphabet (ABC) Songs by CoComelon
CocoMelon | Little Baby Bum | Blippi - Nursery Rhymes & Kids TV Shows
SS 2 Mathematics
CoComelon #shorts
All New Akili & Me
Educational Cartoons for Kids | Learn with Sheriff Labrador
Sheriff Labrador New Episodes
Understanding the World
Year6 Music
Thought leadership
Black History Month
Komentar
4 Komentar
Casos como o da morte da menina Isabella Nardoni, o do sequestro e assassinato da jovem Eloá e o do julgamento de Gil Rugai estão entre vários que suscitam questões sobre a liberdade de imprensa frente a garantias constitucionais individuais (como a presunção de inocência, o direito de defesa) e a necessidade ou não de sigilo durante investigações policiais. Esses são alguns dos temas que a cientista social, antropóloga e advogada, Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer, aborda ao questionar o papel do jornalismo policial no desenrolar de investigações criminais e de julgamentos. Composto por quatro encontros, o curso, realizado por uma parceria entre Centro de Pesquisa e Formação - Sesc em São Paulo e o Núcleo de Estudos da Violência da USP, teve por objetivo debater as mudanças na cobertura policial e a função social e política de jornalistas e comunicadores, assim como as contradições entre dados e análises criminais e entre acesso a informação e garantias constitucionais individuais, nas n
O jornalismo policial e as histórias de crime e de violência sempre produziram notícias que despertavam o interesse do público. Eram abordados principalmente em jornais populares como Última Hora e Notícias Populares, passando por programas de rádio como Gil Gomes, Afanásio Jazadji e por noticiários televisivos como Aqui e Agora. Nos dias de hoje, quando o problema da segurança pública atinge uma nova dimensão econômica e política, demandando gastos crescentes do Estado, os grandes jornais diminuíram suas equipes especializadas e passaram a tratar o assunto ocasionalmente. O jornalista e cientista político Bruno Paes Manso discute por que, apesar da transformação no quadro de segurança pública, o jornalismo policial segue com fórmulas antiquadas e por que o jornalismo que trata de segurança pública e violência é importante para a democracia. Composto por quatro encontros, o curso, realizado por uma parceria entre Centro de Pesquisa e Formação - Sesc em São Paulo e o Núcleo de Estudos d
A imprensa é uma importante fonte de informação para os pesquisadores das ciências sociais. Nesta palestra, o sociólogo Sérgio Adorno, coordenador do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP, conta como utilizou notícias de jornais impressos para construir uma cronologia dos ataques de maio de 2006 e investigar a emergência do Primeiro Comando da Capital (PCC) no estado de São Paulo. A palestra fez parte do curso "Perspectivas: Jornalismo Policial", realizado em outubro de 2017 por uma parceria entre o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc-SP e o Núcleo de Estudos da Violência da USP. Composto por quatro encontros, o curso teve por objetivo debater as mudanças na cobertura policial e a função social e política de jornalistas e comunicadores, assim como as contradições entre dados e análises criminais e entre acesso à informação e garantias constitucionais individuais. Para mais informações acesse o site do NEV - ### ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Insc
O submundo do jornalismo, imprensa marrom, sensacionalismo, notícias inventadas, jornalismo de dados... Esses são alguns dos temas que o jornalista e atual diretor do Estado de São Paulo em Brasília, Marcelo Beraba, aborda ao apresentar as transformações no tipo de cobertura feito pelos principais jornais brasileiros sobre o tema violência e segurança pública. Composto por quatro encontros, o curso, realizado por uma parceria entre Centro de Pesquisa e Formação - Sesc em São Paulo e o Núcleo de Estudos da Violência da USP, teve por objetivo debater as mudanças na cobertura policial e a função social e política de jornalistas e comunicadores, assim como as contradições entre dados e análises criminais e entre acesso a informação e garantias constitucionais individuais, nas notícias veiculadas pela imprensa. Saiba mais em: Para mais informações acesse o site do NEV - ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet. ▶ Inscreva-se!
